Num primeiro momento é necessário entender as razões que levaram ao processo de povoamento para justificar o surgimento das cidades e vilas, não são razões insignificantes, mas sim interesses políticos desconhecidos pela população que já habitava a região. Assim, é importante saber que a construção das cidades é um processo que envolve diversos interesses particulares no sentido de auto-benefício.
E com a cidade em questão não seria diferente, com o fim da guerra, Cristóvão de Barros fundou uma nova área para povoamento denominada de São Cristóvão.
Num segundo momento é perceptível que a expansão do povoamento se deu, principalmente, pelo interesse religioso em expandir a cristandade, construindo cada vez mais igrejas, conventos, entre outros. Portanto, a Igreja tinha um grande interesse que aumentasse o número de cidades e vilas para que assim também pudesse avançar as fronteiras da cristandade.
Um outro ponto que é importante mencionar é que todas as áreas de povoamento possuiam um pelourinho e uma casa de forca. Esses locais eram para simbolizar categoricamente o poder da coroa sobre a região e também sobre os poderosos senhores de engenho.

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